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Imprensa / Notícias do Setor / Espaço do Associado

29/10/2015



MOSTRA “JANELAS PARA O MUNDO” DESTACA OS DETALHES DA CULTURA MESTIÇA BRASILEIRA NO ESPAÇO CULTURAL PÁTIO CIANÊ SHOPPING



Sorocaba,
28 de outubro de 2015 –
O Pátio Cianê Shopping sedia de 3 de
novembro a 3 de dezembro a mostra “Janelas para o Mundo”, que retrata detalhes
preciosos sobre as raízes da cultura brasileira e o “ser estrangeiro”.
 Na exposição, que estará
localizada no Espaço Cultural Pátio Cianê Shopping, o público poderá conferir a
história da cultura mestiça sob uma nova perspectiva, que pretende provocar
questionamentos como “quem somos” e “o que buscamos como indivíduos e como
nação”.

 

De
autoria da artista sorocabana Silvana Sarti, “Janelas para o Mundo” já esteve
em exposição na cidade de Lugano (Suíça), onde foram apresentadas 22 obras
feitas com a técnica de óleo sobre tela. Na ocasião, os trabalhos fizeram parte
de uma mostra individual pelo projeto Arte no Hospital, uma inciativa da
Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (UNESCO)
que leva arte ao ambiente hospitalar.

 

De
acordo com Silvana, os trabalhos exploram o jogo entre o “ser estrangeiro” e o
“estar estrangeiro”, de uma pátria ou de uma situação. “Olhei para mim e para
as diversas etnias que se encontram na minha vida e ao meu redor, com as quais
me identifiquei algumas vezes e, em outras, nem tanto. É nesse estranhamento
que construo imagens, discussões, pensamentos… Um cervo que passeia por
Veneza, um Cristo com aparência chinesa, meninas tipicamente peruanas que tomam
leite com uma menina europeia, além de tomates, considerados dieta mediterrânea
mas originários da América do Sul, pousados em um prato de porcelana Deruta em
uma mesa mexicana… A proposta é destacar as coisas de um mundo globalizado,
mas não preparado para enfrentar o diferente”, descreve a artista.

 

Para a
crítica Nanci Baptistella, a obra de Silvana Sarti mostra um aglutinar de
culturas, no qual expõe a vivência e as emoções de estar em outros países, o
sentir-se estrangeiro, o incômodo com as estranhezas ao diferente, introduzindo
o que temos em comum.

 

“Trata-se
de uma crítica do apoderamento da verdade como única, em algumas culturas. Uma
arte mestiça, pois tem como identidade o processo inacabado na criação e
incorporação de temas, matérias e técnicas. Silvana traduz estas culturas e
sentimentos transbordando o conceito positivista, pois sua obra é complexa e
está sempre em construção, além de se contrapor entre o certo e o errado, o
dentro e o fora. Um prazer de mexer em nossos sentidos”, comenta Nanci.

 

Sobre
a artista – 
Nascida em Sorocaba e bacharel em Desenho pela
Faculdade Santa Marcelina e em Letras pela Fundação Dom Aguirre (UNISO),
Silvana iniciou na arte realizando desenhos de figurino e cenografia ao lado de
Carlos Roberto Mantovani. Em 2003 mudou-se para a Itália, onde se formou em
Pintura Mural, restauro e conservação pelo “Centro Europeo per i Mestieri
del Patrimonio”, em Thiene (Vicenza)
.

 

Em
seguida venceu o prêmio Opera a Tema “Apertamente” com uma obra
realizada em conjunto com três artistas italianos, no evento Trastevere in
Arte
, em Vicenza. Em 2010 passa a viver na Suíça, país em que começa
a criar trabalhos em pintura mural decorativa e volta a pintar a óleo.

 

De
volta ao Brasil, em 2013, participa da Feira Crespa com seu quadro
Afrobrasilidades, em comemoração ao Dia da Consciência Negra. Como Performer
criou e atuou nas performances independentes “Os Inocentes”, “Nós Estamos Aqui
para Proteger Vocês”, “Até Quando?”, “Esperando Dr. Jung” com participação de
Lulé Castilho e “Discurso Político” (Frestas/Trienal de Arte/SESC).

 

Silvana
ainda ministrou o workshop “Híbridas Cores de Marina Colasanti” na Oficina
Grande Otelo, trabalhando a mescla entre poesia e artes visuais, e foi
finalista do “Prêmio Flávio Gagliardi” de Artes Visuais, Sorocaba em 2014.

 

A
artista participa também do grupo “Tutu Maramba. Pesquisas nas Artes do Corpo”
de Cleide Campelo e atualmente da montagem contemplada com a LINC “A Mariposa:
Procedimentos sobre o que se transforma com o tempo” – de direção de Douglas
Emilio.

 

A sua
performance “Até Quando?” foi apresentada em julho de 2015 na cidade de
Cernobbio (Itália), em prol da candidatura de Como/Cernobbio/Brunatte à Capital
Internacional da Cultura de 2016. Neste projeto, Silvana discute os falsos
padrões de beleza ditados pela publicidade recuperando o “fazer” manual,
o encontro das mulheres e suas conversas, entre outros valores.

 

SERVIÇO:

O que:
exposição
“Janelas para o Mundo”

Quando: de 3
de novembro a 3 de dezembro

Onde: Espaço
Cultural Pátio Cianê Shopping, 1º piso (Bloco A)

Entrada:
Gratuita

 

Daiene Felicio

assessora de comunicação

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fone (15)3411.1254 | fax (15)3411.1253 

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